Rompimento da barragem de Fundão

No dia 5 de novembro de 2015, ocorreu o rompimento da barragem de Fundão, e parte dos seus rejeitos chegaram à barragem de Santarém – onde estava armazenada água – provocando uma erosão parcial na parte direita de seu barramento.

antes e depois entenda o rompimento da barragem

Em função do rompimento da barragem de Fundão, um volume de aproximadamente 32 milhões de m³ de rejeitos provenientes da atividade minerária (LINK 2) – volume parcial do total de 56 milhões de m³ que estavam armazenados – vazou para fora da área da empresa. O material atingiu um rio próximo às operações da Samarco (Gualaxo do Norte), percorreu o seu leito, desaguou no Rio Doce e chegou ao mar em 22 de novembro de 2015. O percurso da pluma de turbidez até chegar à foz do Rio Doce, no encontro com o Oceano Atlântico, impactou diversos municípios nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, ao longo de 650 quilômetros.

mapa entenda o rompimento da barragem de fundao

 

Em consequência do rompimento, 13 empregados e prestadores de serviço que trabalhavam nas proximidades da barragem de Fundão e cinco pessoas de comunidades próximas morreram. Uma pessoa continua desaparecida.

Dos cerca de 32 milhões de m³ que saíram da área de propriedade da empresa, aproximadamente 26,5 milhões de m³ de rejeitos ficaram depositados até a barragem da Usina Hidrelétrica Risoleta Neves (Candonga), localizada entre as cidades mineiras de Rio Doce e Santa Cruz do Escalvado, a 113 quilômetros da unidade de Germano. Outros 5,5 milhões de m³ seguiram o fluxo dos cursos d’água nos 537 quilômetros até a foz do Rio Doce, na localidade de Regência (ES).

Na região que concentrou a maior quantidade do rejeito, o material impactou as comunidades de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, em Mariana (MG), e uma parte do distrito de Gesteira, em Barra Longa. Quase 300 produtores rurais da região tiveram a atividade prejudicada e parte da cidade de Barra Longa foi inundada, deixando famílias e comerciantes temporariamente impedidos de acessar as suas propriedades. Cerca de 2.220 hectares de área foram impactados, sendo 550 hectares nas calhas dos rios e o restante em suas margens.

O impacto do rompimento da barragem, entre a Usina Hidrelétrica Risoleta Neves e o município de Regência (ES) se concentrou nos rios. Municípios como Governador Valadares (MG) e Colatina (ES) ficaram por alguns dias com a distribuição pública de água suspensa no mês de novembro.

A Samarco tem conduzido, desde o primeiro momento, diversas ações de remediação e mitigação ao longo dos 650 quilômetros de extensão dos impactos sociais, ambientais e econômicos. No dia 2 de agosto, entrou em operação a Fundação Renova, criada pela Samarco, Vale e BHP Billiton para a condução dos programas de reparação e recuperação socioeconômica e socioambiental nas áreas impactadas.

Balanço das ações

A Samarco elaborou um dossiê para que a sociedade acompanhe todas as medidas que estão sendo tomadas pela empresa desde o rompimento da barragem de Fundão. Acesse o documento abaixo para ver o balanço dessas ações:

Você também pode baixar o dossiê no formato PDF. Clique aqui.

Facebook Twitter Google+