Nos dias 25 e 26 de junho, a Samarco participou do 5º Fórum Regional de Diversificação Econômica | Edição Minas Gerais, realizado no auditório do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), em Belo Horizonte. O evento reuniu lideranças do setor público e privado para debater cooperação, inovação e estratégias de redução da dependência econômica regional em Minas Gerais.
Na abertura do fórum, o gerente-geral de Relações Institucionais e Governamentais da Samarco, William Sarayed, apresentou a trajetória da empresa e seu papel no desenvolvimento dos territórios onde atua. A apresentação destacou a retomada das operações com novas tecnologias (como o sistema de filtragem e empilhamento a seco de rejeitos), os compromissos da empresa no âmbito do Novo Acordo do Rio Doce e a perspectiva de retomada de 100% da capacidade produtiva instalada a partir de 2028, com investimentos de R$ 13,8 bilhões e a geração de até 13 mil novos postos de trabalho diretos e contratados em Minas Gerais e no Espírito Santo.
“Queremos que a presença da Samarco permaneça para além da operação, construindo oportunidades e contribuindo para o desenvolvimento dos territórios”, afirmou Sarayed.
Bruno Pimentel, gerente de Desenvolvimento e Inovação, integrou o painel “Ecossistemas de Inovação e Desenvolvimento Territorial”. Em sua apresentação, Pimentel abordou o papel da mineração na construção de ecossistemas de inovação que ultrapassem os limites operacionais e gerem benefícios concretos para a sociedade, com destaque para iniciativas como o Plano de Apoio à Diversificação Econômica (PADE) e soluções de economia circular. “A inovação mais legítima surge com abertura ao diálogo e disposição para dividir protagonismo com os territórios”, destacou.
E o gerente de Relacionamento Institucional em Minas Gerais, Roberto Guimarães, participou da Mesa Redonda dos Fóruns Municipais, no painel “Territórios em Movimento: aprendizados e diretrizes para a diversificação econômica em Minas Gerais”, em que falou sobre a mudança de paradigmas na mineração depois dos rompimentos das barragens de Fundão e de Brumadinho. Para ele, o setor teve que voltar a ter um poder de escuta e de humildade para que a sociedade aceite esta nova mineração, que se apresenta como mais segura e sustentável.